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Suposta fraude em cota racial envolvendo Matteus Amaral ganha novos desdobramentos

Ex-BBB e sua mãe seguem sendo investigados por falsidade ideológica no Rio Grande do Sul

16 de Outubro de 2025
Foto: Divulgação

O caso de suposta fraude em cotas raciais envolvendo o ex-BBB Matteus Amaral e sua mãe, Luciane Amaral, teve nova movimentação judicial. A denúncia, que tramita há mais de um ano no Ministério Público Federal (MPF), trata de uma acusação de falsidade ideológica, após ambos se autodeclararem negros para ingressar no Instituto Federal Farroupilha (IFFAR), no Rio Grande do Sul, em 2014.

Segundo informações do colunista Gabriel Perline, o processo não foi arquivado e deve seguir em investigação. O MPF entendeu que não pode tomar medidas diretas contra Matteus Amaral, já que ele era menor de idade na época do suposto crime. No entanto, o órgão solicitou que o caso fosse transferido ao Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), que dará continuidade à apuração.

A mãe do ex-BBB, Luciane Amaral, também se autodeclarou negra no mesmo processo seletivo. De acordo com o Instituto Federal Farroupilha, a mãe e o filho concorreram às vagas no mesmo edital, dentro da categoria de cotas raciais destinadas a pessoas pretas e pardas. O IFFAR confirmou a abertura de um processo interno para verificar a veracidade das autodeclarações.

“O nome de Luciane da Silveira Amaral consta no mesmo edital, inscrito na mesma cota que o Matteus. É importante destacar que, para afirmar se houve fraude, é necessário aguardar a conclusão do processo”, informou a assessoria do instituto em nota divulgada no ano passado.

O caso ganhou notoriedade nacional após denúncia do ativista Antonio Isuperio, integrante de uma instituição internacional de direitos humanos. Ele acusou Matteus Amaral de falsidade ideológica e pediu que tanto o ex-BBB quanto a instituição de ensino fossem responsabilizados. A denúncia foi formalizada junto ao MPF em junho de 2024.

Com a transferência da investigação ao Ministério Público estadual, o caso deve ter novo andamento nos próximos meses. Segundo fontes ligadas ao processo, o MP do Rio Grande do Sul deve decidir se há elementos suficientes para oferecer denúncia formal à Justiça ou arquivar o caso após a análise das provas.

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