Ministra destaca união de diferentes povos e expressões culturais como força mobilizadora na agenda climática global
A ministra da Cultura, Margareth Menezes, afirmou que a humanidade está em movimento e que a cultura faz parte desse processo, destacando a COP como um encontro que reúne diferentes visões, crenças e modos de viver em torno de um objetivo comum: salvar a vida no planeta. O posicionamento reforça o papel simbólico e prático da cultura na construção de soluções para a crise climática.
Para Margareth, o momento é histórico porque coloca a diversidade humana no centro da discussão ambiental. Segundo ela, a COP se transforma em um espaço onde expressões culturais, saberes tradicionais e produções artísticas se conectam ao debate sobre o futuro do planeta.
A ministra destaca que a cultura funciona como instrumento de mobilização social. Ela aponta o crescimento do “artivismo”, movimento que une arte e engajamento, trazendo jovens, coletivos criativos e comunidades para o diálogo sobre sustentabilidade e responsabilidade ambiental.
Margareth também ressalta a relevância da economia criativa, que movimenta bilhões e gera oportunidades em diferentes regiões do país. Para ela, incorporar cultura às políticas climáticas amplia o impacto social e aproxima a população de temas ambientais, muitas vezes percebidos como distantes do cotidiano.
Segundo a ministra, o encontro global reforça que preservar o meio ambiente e proteger as identidades culturais são ações inseparáveis. Ela defende que culturas diversas reunidas em um mesmo espaço ajudam a fortalecer compromissos e estimular soluções mais justas para todos os povos.