Lula ressaltou a importância da democracia e desejou sorte ao novo governo. Ele destacou que o mundo precisa de diálogo e trabalho conjunto para alcançar mais paz e prosperidade
Líderes internacionais, incluindo o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva (PT), parabenizaram publicamente Donald Trump pela vitória projetada na eleição presidencial dos Estados Unidos, conforme anunciado pela imprensa norte-americana. Em uma mensagem na rede social X, Lula ressaltou a importância da democracia e desejou sorte ao novo governo. Ele destacou que o mundo precisa de diálogo e trabalho conjunto para alcançar mais paz e prosperidade.
Antes das eleições, Lula havia declarado sua preferência pela candidatura democrata Kamala Harris, considerando-a uma opção mais segura para a democracia nos Estados Unidos. A relação entre Lula e o presidente Joe Biden vem sendo amistosa, com ambos buscando fortalecer laços democráticos. Mesmo assim, Lula enfatizou a importância de respeitar a vontade do povo e declarou abertura para cooperação com o governo Trump.
Outros líderes globais manifestaram o desejo de colaboração com o presidente republicano. O presidente francês Emmanuel Macron afirmou estar pronto para trabalhar com Trump no prol da paz e da prosperidade, apesar das diferenças ideológicas. O primeiro-ministro britânico Keir Starmer enfatizou os valores compartilhados de liberdade e democracia entre o Reino Unido e os Estados Unidos, demonstrando otimismo quanto à continuidade da relação especial entre os países.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, celebrou o “retorno histórico” de Trump, destacando o compromisso renovado com a aliança entre Israel e os EUA. Em uma linha semelhante, Javier Milei, presidente da Argentina, apresentou solicitação e declarou seu apoio ao republicano. O secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, reforçou a importância da liderança de Trump para a manutenção da aliança transatlântica, especialmente num momento de tensão global.
Entretanto, a vitória de Trump traz incertezas para os aliados ocidentais, especialmente no que diz respeito ao apoio à Ucrânia. Durante a sua campanha, Trump sugeriu reduzir a ajuda militar ao país e impulsionar os membros da OTAN para contribuir mais para a defesa coletiva. Uma mudança na política externa dos Estados Unidos possível gera preocupações sobre o futuro do apoio à Ucrânia e a estabilidade da aliança ocidental.
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