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Japonesa mais velha do mundo morre aos 116 anos; brasileira assume título

A trajetória de Tomiko Itooka, marcada por sua resiliência e contribuições à sua comunidade, deixa um legado de inspiração, atravessando mais de um século de mudanças globais

04 de Janeiro de 2025
Foto: Imagem da Internet

A japonesa Tomiko Itooka, considerada pelo Guinness a pessoa mais velha do mundo, morreu aos 116 anos. O anúncio foi feito neste sábado (4) pelo presidente da câmara de Ashiya, cidade onde Itooka vivia em um lar de idosos, na província de Hyogo, no Japão.

Itooka faleceu em 29 de dezembro de 2024, no lar onde residia desde 2019. A notícia foi recebida com pesar, e seu contorno fúnebre com a presença de familiares e amigos próximos. “Uma sra. Itooka deu-nos coragem e esperança durante toda a sua longa vida”, declarou o presidente da câmara, Ryosuke Takashima.

Nascida em 23 de maio de 1908, em Osaka, Tomiko Itooka se tornou a pessoa mais velha do mundo após a morte da espanhola Maria Branyas Morera, que faleceu em agosto passado aos 117 anos. A japonesa viveu momentos históricos, incluindo guerras, pandemias e grandes avanços tecnológicos.

Durante sua juventude, Itooka jogou vôlei e, aos 20 anos, se casou, tendo duas filhas e dois filhos. Durante a Segunda Guerra Mundial, ela gerenciou o escritório de fábrica de têxteis de seu marido. Após a morte dele, em 1979, passou a viver sozinha na cidade de Nara.

De acordo com o Grupo de Investigação em Gerontologia, com a morte de Itooka, o título de pessoa mais velha do mundo passa a ser da brasileira Inah Canabarro Lucas. Nascida 16 dias após a japonesa, Inah, de 116 anos, atualmente reside em um lar de idosos no Brasil.

A trajetória de Tomiko Itooka, marcada por sua resiliência e contribuições à sua comunidade, deixa um legado de inspiração. Sua história reflete uma vida longa e significativa, atravessando mais de um século de mudanças globais.

 

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