Também foram registrados um auto de infração em Manacapuru, no valor de R$ 2,5 milhões, e um em Tapauá, de R$ 65,79 mil. Segundo o Ipaam, o total das multas aplicadas nos sete municípios chegou a R$ 25.607.911.
Humaitá, no interior do Amazonas, registrou o maior número de multas e a maior área embargada por uso irregular do fogo entre setembro e 22 de outubro de 2026. Segundo o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam), o município teve oito autos de infração, que somam R$ 4,36 milhões, e quatro áreas embargadas, que totalizam 280,85 hectares.
Em todo o estado, o Ipaam aplicou 32 autos de infração em sete municípios entre setembro e 22 de outubro, com multas que somam R$ 25,6 milhões. No mesmo período, foram emitidos 15 termos de embargo, que atingiram 724,1 hectares, área equivalente a cerca de 1.014 campos de futebol.
As fiscalizações foram realizadas por meio das operações Alerta Fogo, Tamoiotatá e Região Metropolitana de Manaus. As ações foram reforçadas após o Decreto Estadual nº 55.339, de 9 de setembro de 2026, que proibiu o uso do fogo no Amazonas por 120 dias, conforme as condições e exceções previstas na norma.
Além de Humaitá, Manaus registrou um auto de infração no valor de R$ 5,01 milhões. Em Careiro da Várzea, foram seis autuações, que somam R$ 702,4 mil. Manaquiri teve dois autos, no valor total de R$ 827,95 mil.