Medida também inclui hidrovias e busca padronizar identificação de passageiros e trabalhadores no país.
O Ministério dos Portos e Aeroportos lança nesta segunda-feira (31), em Brasília, uma política nacional para ampliar e padronizar o uso de biometria em aeroportos, portos e hidrovias. A iniciativa estabelece diretrizes para identificação de passageiros e trabalhadores, com foco no reforço da segurança, na integração de sistemas e na agilidade dos procedimentos de embarque.
Entre as medidas previstas está a criação de padrões para os processos de identificação e autenticação biométrica nos terminais. A política também pretende ampliar a integração entre os sistemas de informação utilizados nas diferentes estruturas de transporte.
Segundo o Ministério dos Portos e Aeroportos, as novas diretrizes devem contribuir para reduzir etapas de contato físico durante as viagens. A proposta é utilizar a biometria para facilitar a confirmação da identidade dos usuários e tornar o deslocamento pelos terminais mais ágil.
A política deverá ser aplicada tanto em operações de voos domésticos quanto internacionais. Além dos aeroportos, as diretrizes abrangem portos e estruturas relacionadas às hidrovias, ampliando a utilização da identificação biométrica para diferentes modalidades de transporte.
Outro objetivo é estabelecer procedimentos comuns entre os terminais. A medida busca evitar diferenças nos processos de identificação e permitir maior integração das informações utilizadas pelos sistemas.
Os detalhes sobre a implementação da política, os procedimentos previstos e as próximas etapas serão apresentados pelo Ministério dos Portos e Aeroportos em coletiva de imprensa marcada para as 15h desta segunda-feira, na sede da pasta, em Brasília.
Com a iniciativa, o governo pretende tornar os processos de identificação mais uniformes e ampliar o uso da tecnologia como ferramenta de segurança e de agilização do fluxo de passageiros e trabalhadores em portos, aeroportos e hidrovias.