O encontro direto entre paciente e doador só pode ocorrer após um ano e meio do procedimento, mediante pedido formal
Fabiana Justus, de 38 anos, compartilhou um momento especial com seus seguidores no último domingo (4): o primeiro contato com o doador de medula que a ajudou no tratamento contra o câncer. A influenciadora, emocionada, contou que enviou uma carta a ele e recebeu uma resposta.
A empresária explicou que, por regra, apenas um ano após o transplante é permitido que o paciente envie uma carta anônima, com até seis linhas, ao doador. E foi exatamente isso que ela fez, demonstrando profunda gratidão.
No vídeo publicado em seu Instagram, Fabiana relatou a emoção de ler a resposta. “Comecei a chorar. Foi muito mágico. A carta não podia ser mais perfeita”, disse. “Sou profundamente conectada com uma pessoa que não conheço e ainda não posso conhecer”, completou.
Ela explicou que o encontro direto entre paciente e doador só pode ocorrer após um ano e meio do procedimento, mediante pedido formal. “Acho que ele vai querer também, mas só vou saber quando chegar esse momento”, declarou.
A filha de Roberto Justus descreveu o doador como um “anjo” que entrou em sua vida. Segundo ela, seus médicos explicaram que a compatibilidade entre os dois é tão grande que ele pode ser considerado “um gêmeo que ela não conhece”.
Fabiana ainda contou que, em sua carta, agradeceu por ter a oportunidade de ver seus três filhos crescerem e por ganhar uma nova chance de viver. “É um processo mágico e muito lindo. Por favor, se cadastrem, doem medula”, incentivou.
Mesmo sem revelar o conteúdo da carta para preservar a identidade do doador, a empresária disse que pretende compartilhar mais detalhes com seus seguidores caso receba autorização após conhecê-lo.
Ela finalizou o relato dizendo que o contato era algo pelo qual esperava ansiosamente desde o transplante. “Ainda não caiu a ficha. Não consigo acreditar. Essa pessoa salvou a minha vida”, afirmou Fabiana, emocionada.