Costa Brasil, empresa do setor logístico multimodal, destaca que iniciativas privadas têm exercido papel fundamental na consolidação da Zona Franca.
Dados recentes do Painel da Economia Amazonense (PEA) confirmam a força logística e industrial da região para a economia nacional. Com a marca inédita de movimentação de 948 mil TEUs (unidade equivalente a contêineres de 20 pés) em 2025 nos portos de Manaus, a região se estabelece como hub logístico estratégico e em alta para atração de investimentos.
Para a Costa Brasil, empresa do setor logístico multimodal e instalada há 13 anos em Manaus, o resultado é fruto de uma combinação de fatores, que incluem eficiência logística para redução de custos e aumento de previsibilidade, que levam à vantagem competitiva da região. Outro ponto positivo é a presença de autarquia fortalecida, como a Suframa (Superintendência da Zona Franca de Manaus), que atua para o desenvolvimento da Zona Franca de Manaus (ZFM).
“Os resultados da atuação da Suframa refletem números positivos e a manutenção de um ambiente de segurança jurídica e previsibilidade, fatores essenciais para a tomada de decisão das empresas que atuam em Manaus”, afirma Alessandro Camargo, Diretor de Planejamento da Costa Brasil.
Para Alessandro, o cenário que se espera para 2026 é de confiança, estabilidade e perspectivas de crescimento sustentável na região. “Para nós, que atuamos diretamente no suporte logístico à indústria local, é muito positivo ver a Suframa fortalecida”, ressalta.
Há 13 anos um elo logístico do Polo Industrial de Manaus com o Brasil
Em Manaus, a Costa Brasil se destaca por aportar investimentos superiores a R$ 30 milhões em infraestrutura e maquinário. Recentemente, importou uma nova Reach Stacker à frota, sendo a terceira a compor o maquinário de equipamentos voltados à movimentação de contêineres e cargas pesadas. Com tecnologia eficiente e menor consumo energético, a máquina reduz entre 10% e 15% as emissões de CO?, além de praticamente duplicar o volume operacional diário do terminal em Manaus, que passa de cerca de 250 para até 400 contêineres por dia. O novo equipamento também apresenta menor nível de ruído e vibração, contribuindo para um ambiente operacional mais seguro e sustentável, além de maior precisão nas operações logísticas.
“Atuamos como um elo logístico entre produção e distribuição da Zona Franca aos principais centros consumidores do país, principalmente por meio da cabotagem e de soluções multimodais. O trabalho vai além do transporte, envolve planejamento, inteligência logística e previsibilidade operacional. Isso garante que a indústria instalada em Manaus possa competir em igualdade com outras regiões, mesmo diante dos desafios", destaca Alessandro Camargo, da Costa Brasil.
A companhia também atende empresas âncoras da economia local, como Honda, e Amazon Aço, e é responsável por cerca de 70% da carga da Bemol destinada para a região. Por meio da cabotagem, a companhia integra o Polo Industrial de Manaus ao restante do Brasil e alia competitividade e menor impacto ambiental, ajudando clientes a otimizar estoques e melhorar seus fluxos de distribuição.
“A competitividade da indústria no Amazonas está diretamente ligada à eficiência logística. Quando conseguimos oferecer soluções com previsibilidade, redução de riscos e melhor gestão de custos, contribuímos diretamente para a sustentabilidade econômica das operações instaladas aqui”, explica Alessandro Camargo.
A empresa oferece serviços de transporte local, terminais, armazenagem e distribuição de cargas, contribuindo diretamente para a integração de Manaus com outros polos produtivos. “Em um cenário industrial cada vez mais dinâmico, a logística deixou de ser apenas suporte e passou a ser diferencial competitivo”, completa o Diretor de Planejamento da Costa Brasil.